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segunda-feira, 23 de abril de 2012


Funções didácticas
Pró Antonio Pedro. Abril de 2012

Introdução

 As funções didácticas desempenham um papel preponderante no decurso do processo de ensino e aprendizagem (PEA), uma vez que actuam como um instrumento que permite que professor ou educador, esteja consciente dos fundamentos teóricos da sua área de formação (específicos e pedagógicos), elaborando sua prática, a fim de transformar o aluno em um sujeito que responda às exigências contemporâneas, tais como: analisar, interpretar, avaliar, sintetizar, comunicar, usar diferentes linguagens, estabelecer relações, propor soluções inovadoras para as situações com as quais defronta etc. Essa acção transformadora é fundamental ao trabalho professor ou educador, tendo em conta que a principal característica da educação actualmente é que o processo de ensino e aprendizagem não tem por alicerce apenas o conhecimento trazido pelo professor ou educador, mas também toda a carga de conhecimentos que o aluno traz a partir da leitura que ele faz do mundo em que vive.

O presente trabalho com o tema: Funções didácticas, tem por objectivo levar os futuros educadores a compreensão das funções didácticas como uma unidade, não actuando de maneira isolada, e a mesma serve de suporte teórico que irá nortear, no futuro, o exercício da sua função de docência, permitindo deste modo que: - Os futuros educadores estejam dotados de capacidade para usar estas funções no decurso do PEA e - O docente seja capaz de usar as actividades de uma função noutra, sem que sinta obrigado a ter que voltar para uma função específica.
Para a produção do trabalho, o autor recorreu a consulta de obras bibliográficas de vários autores que versam sobre o tema e de apanhados que foram feitos na Cadeira de Didáctica Geral no ano lectivo de 2009 e outras cadeiras psicopedagogicas. Recolhida e compilada a informação, o presente trabalho dentro da sua abordagem, apresenta três pontos chaves: no primeiro ponto analisa o conceito de funções didácticas, no segundo ponto caracteriza as principais funções didácticas e no terceiro ponto, o trabalho analisa a relação que se possa encontrar entre as diferentes funções didácticas


1          1     Funções didácticas 
Neste ponto, o trabalho vai fazer uma abordagem do tema tomando em conta três pontos essenciais nomeadamente: o conceito de funções didácticas, as principais funções didácticas e a relação que pode estabelecer entre as diferentes funções didácticas no PEA.

1.1 Conceito de funções didácticas
Funções didácticas são etapas que ocorrem no processo de ensino aprendizagem. Estas funções estão estruturadas e sistematizadas.
Segundo Pilleti (1991) as funções didácticas são orientações para o professor dirigir o processo completo de aprendizagem e de aquisição de diferentes qualidades.
Cada fase ou passo da aula corresponde a uma só função didáctica dominante, embora nesta mesma fase se regista o envolvimento das restantes, com o fim elas assegurarem a eficiência da assimilação da matéria.
Cada função didáctica, como momento ou passo da aula que reflecte as regularidades do processo de ensino aprendizagem, é proposto o tempo da sua duração, conteúdo, método dominante, conjuntos de meios e formas de ensino a utilizar inclusive as actividades concretas dos alunos (Pilleti:1991).

1.2 Principais funções didácticas
As principais funções didácticas são: Introdução e Motivação, Mediação e Assimilação, Domínio e Consolidação e Controle e Avaliação.
As funções didácticas tem uma ligação entre si e se realizam isoladamente, sobrepondo-se umas das outras durante as diferentes etapas do PEA e que geralmente uma função didáctica abre o caminho para efectivação da outra e que o sucesso de uma possibilita o sucesso da outra, assumindo-se como uma unidade, no sentido de totalidade e não de soma e tal totalidade reflecte as relações especificas de cada função didáctica com a outra de maneira recíproca. A figura abaixo, demonstra tal reciprocidade entre as funções.
Figura 1: Interligação entre as diferentes funções didácticas.
 
Fonte: Adaptado pelo grupo

1.2.1          Introdução e Motivação
Num contexto geral, introdução significa acto ou efeito de introduzir, prefácio, inicio de uma certa actividade, obra ou prática e a motivação é o acto de motivar, acção dos factores que determinam a conduta.
Introdução e Motivação decorrem normalmente no principio de uma aula. Esta desempenha grande papel para o sucesso da aprendizagem dos alunos. Tem em vista preparar o aluno para o inicio da aula e sua fase seguinte. Esta preparação tem 3 objectivos  fundamentais:
ü  Criar disposição e ambiente favoráveis aos alunos, que possam assegurar o bom discurso da aprendizagem;
ü  Consolidar o nível inicial e orientar o aluno para novo conteúdo;
ü  Motivar permanentemente com o fim de manter o interesse e a atenção dos alunos através de avaliação de estímulos.
Segundo Lebaneo (1994) Introdução, e a parte da entrada da aula que conduz ao aluno para estratégia de desenvolvimento, faz apresentação do tema, apresentação da questão chave, apresenta a problemática de forma resumida.
No contexto de sala de aula, usa-se a introdução de enquadramento em que o problema enquadra-se a propósito do titulo, de clara a sua importância e actualidade, apresenta-se síntese do trabalho antecipando a tese que será desenvolvida, tem frases genéricas e pouco coerentes adequados a todos.
 A Motivação consiste em apresentar a alguém estímulos e incentivos que lhe favoreça determinado tipo de conduta. Consiste em oferecer ao aluno os estímulos e incentivos apropriados para tornar a aprendizagem mais eficaz (PILETTI, 2007:233).
Olhando para esta abordagem, pode-se concluir que a motivação tem dois campos nomeadamente: campo psicológico (em que ela  é o processo que se desenvolve no interior do individuo e o impulsiona a agir mental ou fisicamente em função de algo) e campo didáctico( em que  a motivação é o processo de incentivo destinado  a desencadear impulsos no interior do individuo, afim de predispô-lo na participação das actividades.
Numa aula sempre é aconselhável que haja a motivação. Nisso, a introdução de uma aula é antecedida ou ocorre com a motivação.
Em didáctica não se introduz uma aula sem motivar para tal observa-se um ciclo motivacional como o abaixo:
 
Fonte: Lebaneo 1994
No ciclo motivacional, o estímulo rompe e cria uma necessidade de tensão conduzindo-o a um comportamento ou acção capaz de atingir uma satisfação. Quando o comportamento ou acção do individuo encontra uma barreira, esta gera uma frustração.

1.2.2         Mediação e Assimilação
Nesta etapa ou Função Didáctica, se realiza a percepção dos objectos e fenómenos ligados ao tem, a formação de conceitos, imaginação e de raciocínio dos alunos. No contexto didáctico, mediação é um processo pelo qual o professor dirige o processo de ensino aprendizagem em que são necessários elementos como: o professor, aluno, conteúdo, material didáctico, métodos e fins a atingir.
Segundo Pillet (1991) Mediação é acção concreta do PEA em que o professor passa os conteúdos e envolve dialogo e no fim faz a síntese.
A função do professor consiste em o processo de construção de conhecimentos e na mediação, prevalecem as formas de estruturação e organização didáctica dos conteúdos. Neste processo a figura do professor como transmissor de conhecimentos desaparece, para dar lugar a figura de mediador, facilitador ou orientador e tal mediação actualmente deve ser diferente, expondo cada vez mais alunos antes de objectos e receptores passivos, concebendo-os como sujeitos da sua própria aprendizagem para alem de ter conhecimentos para ter conhecimentos da própria aula.
Transmissão (mediação) assimilação activa   
 Professor (mediador)                                        aluno (sujeito)
Depois de uma suscinta atenção e actividade mental dos alunos na etapa anterior, (Introdução e Motivação) chega o momento dos alunos se familiarizarem com o conhecimento que irão desenvolver e um dos procedimentos práticos tem sido a apresentação do conteúdo como problema a ser resolvido, embora nem todos os conteúdos se prestam a isso.
Para Nerice (1999) “assimilação é o processo psicológico da mente, assimilar o mundo exterior”.
 Quando o indivíduo se defronta com uma situação nova e, por meio de seus esquemas de acção compreende-a ou na mesma actua eficazmente, é por que houve assimilação, porque parte do mundo exterior até então desconhecida, incorporou-se a sua vida mental. Na assimilação, importam os processos de cognição mediante à assimilação activa e interiorização de conhecimento, atitudes e convicções.
Assim, a mediação e a assimilação constitui a etapa onde a aula onde se realiza a percepção dos fenómeno de conceitos, o desenvolvimento de capacidades cognitivas de observação, imaginação e raciocínio dos alunos. Pode ser bem percebido como momento da aula na qual o mediador deve dar explicações necessárias, organizar actividades dos alunos que os possam conduzir a assimilação activa dos conhecimentos para desenvolver atitudes, convicções, habilidades, hábitos, etc.

1.2.3. Domínio e Consolidação
Enquanto o domínio constitui a formação e desenvolvimento de habilidades, por sua vez a consolidação consiste em recordar a matéria sobre habilidades e conhecimentos.
O domínio e consolidação é o momento da aula em que se realizam acções com a finalidade de sistematizar, reflectir e aplicar (Pillet:1991).
Nesta etapa, pretende-se conseguir o aprimoramento do já (não) novo saber nos alunos, para isso o professor deve criar condições de retenção e compreensão das matérias através de exercícios e actividades praticas para solidificar a compreensão. Ainda neste aspecto é preciso que os conhecimentos sejam organizados, aprimorados e fixados na mente dos alunos afim de que sejam disponíveis para orienta-los nas situações concretas de estudo de vida, do mesmo modo em paralelo com os conhecimentos e através deles é preciso aprimorar a formação de habilidades e hábitos para a utilização independente e criadora dos conhecimentos.
Não vale a pena adiantar com a matéria, sob a pena de que os alunos tenham apenas pequenas recordações do que viram, sem poder por em pratica e muito menos aproveitar-se do conteúdo aprendido para as aprendizagens posteriores através de repetição, sistematização e aplicação, que constituem o suporte metodológico através das quais se torna realidade o domínio e consolidação da matéria.
Através da repetição, o professor deve:
·         Reafirmar os conhecimentos e capacidades fundamentais
·         Controlar o nível de situação inicial dos alunos e
·         Obter uma base para avaliar a cada aluno ou todo o grupo.
A aplicação constitui o centro do PEA e é a etapa superior do aumento e desenvolvimento de capacidades através da resolução de problemas e tarefas em situações análogas e novas. Este método é a ponte para a pratica profissional visto que se desenvolvem as capacidades que devem possibilitar aos alunos  o poder de aproveitar a teoria e posteriormente colocar os seus conhecimentos no trabalho produtivo.
1.2.3         Controle e Avaliação
O controle e avaliação, acompanham todo o P.E.A. e forma ao mesmo tempo conclusão das unidades do ensino.
Segundo Libâneo (1994) para o professor poder dirigir efectivamente o P.E.A. deve conhecer permanentemente o grau das dificuldades dos alunos na compreensão da matéria. Este controle vai consistir também em acompanhar o P.E.A. avaliando-se as actividades do professor e do aluno em função dos objectivos definidos.

A avaliação, como parte integrante do PEA, é uma actividade contínua de pesquisa que visa verificar até que ponto os objectivos definidos no programa estão sendo alcançados de modo a se decidir sobre alternativas do trabalho do formador, do formando ou da escola como um todo.
Segundo Pilleti (1991), denomina-se de avaliação ao conjunto de instrumentos com a finalidade de medir o grau de alcance de objectivos na vertente do professor e do aluno.
Sendo assim, ela não deve ser entendida como um fim em si, mas um meio para verificar as mudanças de comportamento. Ela permite identificar os alunos que necessitam de atenção especial e reformular o trabalho com a adopção de procedimentos para sanar tais deficiências. O próprio aluno deve perceber que a avaliação é um meio e, para isso, o professor deve explicar-lhe os objectivos da mesma e analisar com ele os resultados alcançados.
Através do controlo e avaliação o professor ou educador pode providenciar se necessário rectificar, suplementar ou mesmo reorientar a aprendizagem.


 
1.3 Relação entre as diferentes funções didáctica 

Entre as diferentes funções didácticas, há uma relação de complementaridade que possa estabelecer tal como se pode verificar nos itens abaixo.

1.3.1 Relação Introdução /Motivação e Mediação /Assimilação

O professor apresenta o assunto da aula de forma interactiva, faz uma revisão, reactivação dos conhecimentos assimilados que estejam relacionados com o novo assunto: coloca questões da matéria nova para despertar interesse. A actividade anterior visa transformar os objectivos da aula em objectivos de aprendizagem de cada um dos alunos.
O professor pode fazer a motivação de forma interactiva, quando colocando questões da matéria nova ou ainda fazendo revisão dos conhecimento assimilados que estejam relacionados com o novo assunto e ainda escrevendo o assunto da aula no quadro, tudo isso com vista a despertar interesse nos alunos.
Uma vez o aluno motivado, o professor faz a mediação atreves de ilustrações, faz resumos, esclarece os assuntos, expõe os conteúdos e o aluno na assimilação toma nota, presta atenção, aplica os conhecimentos, apresente as questões, faz resumos e abstracções.

1.3.2 Relação Introdução /Motivação e Domínio /Consolidação
Sob ponto de vista de estruturação da aula, esta função, introdução e motivação constitui a primeira etapa da aula, portanto, é caracterizado por um processo de estimulação destinado a desencadear impulsos interiores do indivíduo a fim de predispô-lo a querer participar nas actividades escolares oferecidas pelo mediador. Assim sendo, este momento de aula tem a seguinte importância:
- Base do êxito e do rendimento, por subordinar-se à forma como os alunos são motivados para a aprendizagem que deverá ser caracterizada por uma actividade consciente para os alunos.
Estando o aluno motivado, na fase do domínio e consolidação procuram se reduzir os erros dos alunos na compreensão da matéria e permitir a fixação dos conhecimentos na memória. Portanto, ainda na fase de introdução e motivação entram elementos de reactivação, o que significa que um bom domínio e consolidação começam com uma boa introdução e motivação. Consolidar e dominar não só são funções de luta contra o esquecimento mas também para elevar o nível das capacidades, desenvolver as habilidades, fixar os hábitos e aplicar o aprendido.

1.3.3 Relação Introdução /Motivação e Controlo /Avaliação
Sabendo-se que para o professor dirigir efectivamente o PEA ele precisa conhecer o grau das dificuldades dos alunos na compreensão das matérias e para isso o professor precisa controlar e avaliar os alunos; dependendo dos resultados o professor pode saber até que ponto foram motivados, isto é, pode medir até que ponto foi efectuada a função didáctica Introdução/Motivação. Neste sentido o controle e avaliação tanto controla os alunos assim como o professor.

1.3.4 Relação Medição/ Assimilação e Domínio / Consolidação
Partindo de princípio que na medição e assimilação ocorre a medição do conteúdo por parte do professor e consequente a assimilação parte do aluno quanto mais eficaz for esta função didáctica tanto mais será a função didáctica Domínio / Consolidação, isto é, o aluno só poderá consolidar e dominar o que tiver assimilado, esteja isto correcto ou errado.
Ex: Sabe-se que na medição e Assimilação ha retenção das leis, dos princípios das formulas e das teorias e dissemos que na Consolidação exercitamos; o aluno só poderá aplicar as fórmulas para a resolução de exercícios relacionados com a queda livre dos corpos se realmente tiver assimilado as teorias assim como as formulas e todas as outras componentes da função didáctica Medição/ Assimilação.



1.3.5 Relação Mediação/ Assimilação e Controle /Avaliação.
Estas duas funções didácticas têm a seguinte relação:
Só pode ser controlado e avaliado um conteúdo previamente mediado e assimilado, isto é, o professor não pode avaliar conteúdos não dados.
Ao mesmo, o Controle avalia até que os conteúdos forem mediados e assimilados, para a partir daí fazer ajustes se necessário ou manter o mesmo ritmo se a Assimilação/Mediação for bem sucedida.
Ex: falando ainda da queda livre dos corpos: o professor pode avaliar se os alunos assimilaram os conteúdos, isto é, as teorias, os princípios, as fórmulas bem como as leis.

1.3.6 Relação Domínio /consolidação e controlo /avaliação
Os conhecimentos mediados e assimilados são organizados, aprimorados e “fixados” na mente dos alunos de modo a que fiquem disponíveis para a sua aplicação em novas situações de vida concreta do aluno.
O mais importante é que, de facto, estes conhecimentos devem ser aprimorados possibilitando a formação de habilidades, hábitos para utilização independente e criadora desses.
Deste modo, para a consolidação e a formação de habilidades e hábitos é necessários que se incluam exercícios de fixação que podem ir desde perguntas simples até à recapitulação dos focos principais da aula. Por isso, as tarefas de recapitulação, sistematização e os exercícios devem dar oportunidade ao aluno de estabelecer entre o aprendido e situações novas, comparar os conhecimentos obtidos com os factos da vida real, apresentar problemas ou questões diferentemente de como foram abordados, por exemplo, no livro didáctico, pôr em prática habilidades e hábitos decorrentes do estudo.
Tendo consolidado a matéria, é preciso testar se também e ver de que maneira o professor mediou, avaliando-se as actividades do professor e dos alunos, em função dos objectivos definidos. Avalia-se o nível atingido, identificam-se os problemas ou dificuldades que existem e propõem-se medidas para a sua solução.


Conclusão
As funções didácticas como orientações para o professor, dirigirem o processo completo de aprendizagem e de aquisição de diferentes qualidades elas estão interligadas entre si não podendo se realizar isoladamente dai a interdependência  uma das outras durante as diferentes etapas do PEA. Geralmente uma função didáctica abre o caminho para a efectivação da outra e que o sucesso de uma possibilita o sucesso da outra, assumindo-se como uma unidade, no sentido de totalidade e não de soma, esta totalidade reflecte as relações especificas de cada função didáctica com a outra de maneira recíproca.
Da relação que se estabelece entre as funções importa verificar que: enquanto introdução e motivação corresponde especificamente ao momento de preparação para a mediação de conhecimento na sala de aula, a mediação e assimilação é o momento dos alunos familiarizarem-se com o conhecimento que irão desenvolver. O  Domínio e Consolidação é etapa que se pretende conseguir o aprimoramento do já (não) novo saber nos alunos, e, finalmente, o controle e avaliação permite educador providenciar se necessário rectificar, suplementar ou mesmo reorientar a aprendizagem.
Entre as varias funções didácticas também se pode encontrar uma relação de reciprocidade com vista a permitir que o PEA seja cada vez mais eficiente e eficaz






Bibliografia
·         LIBÂNEO, José Carlos. Didáctica. (colecção Magistério 2º Grau, Semi -Formação  Professor). Editora Cortez. São Paulo.1994.pp.128-145.    
·         NERICI, Giuseppe Emídio. Didáctica - Uma introdução. 2. ed. Eletra Atlas. São Paulo 1999.
·         PILLETI, Claudino. Didáctica Geral. 12 ed. Atira. São Paulo. 1991



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